12.5.08

William Galdino

isso você vai ter que carregar - 5/10 litografia 2006

O William, poeta, gravador, pintor, desenhista e conselheiro amoroso tá trabalhando para caralho, a conversa é simples: traço próprio, força expressiva enorme e paixão, cuidado e suor sobre a coisa-arte. É aluno da Escola de Belas Artes da UFRJ e integrante do blog Presença. Recentemente expôs do Parque das Catacumbas, ilustrou Elementar, publicação coletiva do BlogPresença e outro romance, o do João, que eu não lembro o nome. Veja mais William.



4 comentários:

Priscila Milanez disse...

Encanta-me.

Guto Leite disse...

Pois é, a mim também! Li pela primeira vez o "Elementar" há umas duas semanas e fiquei impressionado com as ilustrações, além dos poemas, claro.

Hugo disse...

nossa!
parabéns, muito.

Minina disse...

parece sonho... difuso.

notei q tem como um cesto ou arca, sei lá, algo q sustenta todas as imagens humanas. todas estão perto, como se este cesto estabelecesse um elo entre os humanos.

outro q observei foi q bem no centro da imagem há uma abertura, dentro d todo o negrume, uma abertura branca. e como se viesse da abertura, outro humano q me parece ser uma criança, um menino, vem da fresta iluminada em direção ao "cesto" escuro cheio d humanos transfigurados. na mesma linha do menino, uma mulher, talvez grávida, e na linha, a cabeça duma caveira. como q em sucessão numa curva q faz nascer um ciclo: o menino, a mulher, a caveira.

sei lá, algo como depois da luz, as trevas: fatal destino, depois do parto. as trevas dum mundo d gente transfigurada, a treva da morte.

mtas linhas, riscos, becos, portas. e mta escuridão. ñ a escuridão pelo fato d ser uma litografia, há litografias, pra mim, bem coloridas e ilumindas, em função do q trazem como imagem, como tema... essa é escura em tudo. a técnica da litografia parece q serviu pra explicitar ainda mais o tema: a escuridão da existencia, desse caminhar incerto.


enfim... essa foi minha leitura... gostei bastante pq trata d tema tão atual e eterno... tema q todo ser humano se depara: (morte)vida(dor), e tudo mais q causa e concebe. e ainda a loucura da atualidade... reconheci mto o meu mundo, o mundo em q me reconheci gente, nessa litografia.


té!