20.11.07

Marinheiro de Primeira

Do mar profundo véu –

espesso –

esparsa bruma ao casco –

traspassa –

corta a cortina de fumaça.


De uma ilha fartam os preparativos:

- Caveira ao mastro!

- Caveira ao mastro!

- Os piratas trazem negros, índios, mulatos...


E a tímida concisa gravata.

Ela não olha para o terno.

Ela perplexa à ilha.

Seu semblante de siso por um fio,

por um milímetro,

em psico-nomadismo se perpassa.

Guila – Treze Piratas - 17/04/2007

8 comentários:

Victor Meira disse...

Guila, tomei a liberdade de tirar aqueles códigos (html ou sei lá) da poesia, certo?

Abraço!

Guila Sarmento disse...

códigos? que códigos victor?

Victor Meira disse...

Haha, agora que eu tirei fica difícil explicar. Mas são códigos em html, erro de postagem, e tal.

Guila Sarmento disse...

beleza...hehe

Guila Sarmento disse...

aqui, apesar destes tais códigos, o poema saiu direitinho?

Heyk Pimenta disse...

o texto é bom sim, pronto

sai dessa de código.

principalmente, 'índios negros e mulatos e tal e tudo...

Ê!

Heyk Pimenta disse...

psico-nomadismo

é isso aí!

o guila sacou tudo gente.

é a linguagem! é a linguagem! dane-se o hakim bey, a linguagem é o vínculo!

Guila Sarmento disse...

é isso mesmo heyk, este poeminha é bastante influenciado pelo TAZ... você compreendeu tudo... hahaha